Se você precisa de um motivo para fazer uma higienização automotiva, saber que o volante de um carro pode possuir mais bactérias do que a tampa do vaso sanitário de um banheiro público é mais que suficiente.
Em domingos ensolarados, dar aquele trato no carro pode ser o hobby de muita gente. Porém, a limpeza automotiva vai muito além de passar o aspirador nos carpetes, silicone no painel e o famoso “pretinho” nos pneus.
De acordo com a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp), a pandemia fez a procura pelos serviços de higienização automotiva disparar no Brasil.
O resultado de um teste apresentado pelo AutoEsporte mostra que um carro possui, em média, 700 tipos diferentes de bactérias em 6,45 cm². Para efeito de comparação, um banheiro público tem 80.
Assustador, não é mesmo? Porém, uma limpeza automotiva evita que o seu veículo seja alvo de fungos e bactérias que podem espalhar doenças.
O ideal é que a limpeza automotiva seja feita por um profissional, porém, além do custo para o dono do veículo, neste momento é importante evitar o contato com outras pessoas. Então, para que você mesmo possa fazer a limpeza do seu carro e mantê-lo sempre livre de vírus e bactérias, separamos algumas dicas. Confira:
Faça você mesmo: 4 dicas para você fazer a higienização do seu carro
O álcool em gel 70%, apesar de eficaz no combate ao novo coronavírus, pode danificar as peças do carro. Neste caso, o mais indicado é utilizar água e sabão neutro e, com a ajuda de um borrifador, umedecer todo o painel do veículo (inclusive a tela da central multimídia) e esfregar bem com um pano de microfibra.
Evite usar produtos à base de amônia, água oxigenada e alvejante. Eles podem comprometer o funcionamento dos aparelhos além de manchar o estofado.
Bancos de couro
Sem dúvidas, a higienização automotiva em estofados de couro é mais fácil e pode ser feita tanto com álcool líquido quanto com sabão e água.
Porém, pelo tipo de tecido — couro legítimo ou sintético — é necessário fazer uma boa hidratação, uma vez que o couro pode ressecar, descascar ou até mesmo rachar.
Existem no mercado diversos produtos que hidratam este tipo de estofado e evitam tais danos. Invista neles!
Estofamento sintético
Para carros com bancos de pano, o melhor é preparar uma mistura com água e sabão, mas que não faça espuma! Senão os bancos podem ficar molhados por muito tempo, o que vai colaborar com o desenvolvimento dos fungos.
Após fazer a higienização automotiva, não feche seu carro. Permita que os bancos sequem por meio de uma ventilação natural. Se isso não for possível, recorra a um secador de cabelo.
Aspirador de pó como aliado
Alguns lugares podem ser de difícil acesso para a limpeza, como as costas dos bancos e algumas partes fundas das costuras. Nestes casos, usar o aspirador de pó pode fazer com que a sua higienização automotiva seja mais eficaz.
E não se esqueça dos carpetes! Eles costumam acumular muita poeira e podem gerar problemas respiratórios, sendo este fator uma porta de entrada para os vírus.
Não se esqueça do ar-condicionado
O ideal é que periodicamente, um profissional faça a limpeza do ar-condicionado e troca dos filtros para a circulação de um ar mais puro.
Você também pode eliminar os microrganismos que ficam no duto do ar-condicionado ligando o ar quente na temperatura máxima ao chegar em casa.
Bio Sanitização e oxi-sanitização
A Bio Sanitização é considerada uma das tecnologias mais avançadas do mundo na desinfecção de ambientes no combate ao vírus, já tendo sido usada em hotéis, escritórios e bancos espanhóis.
Esta higienização automotiva é feita por meio da aplicação — por profissionais — da substância sanitizante no veículo com aparelhos de alta tecnologia e equipamentos de proteção individual adequados.
O produto forma uma película protetora nos locais que foram aplicados que impede a proliferação de microrganismos.
Além da Bio Sanitização, a oxi-sanitização também tem chamado a atenção de quem deseja fazer a higienização automotiva.
Isso porque o ozônio é 200 vezes mais eficiente do que o cloro na limpeza e não danifica as superfícies do veículo.
Nesta técnica, é colocado um aparelho gerador de ozônio dentro do automóvel e com o ar-condicionado ligado, em recirculação e com os vidros fechados. Desta maneira, o ar que está no interior do veículo entra na máquina e as partículas de oxigênio são transformadas em ozônio, gás natural que possui efeito germicida e é eficiente na destruição de vírus.
Apesar de esses métodos serem eficazes no extermínio de fungos e bactérias, ainda não existem evidências científicas sobre a eficácia deles com relação ao coronavírus, uma vez que este ainda é um vírus relativamente novo.
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